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Nossa primeira experiência em criação foi com DASCHUND nos anos 40/42 na ALEMANHA, depois COCKER INGLÊS no PAQUISTÃO, porem foi em 1979, já no BRASIL, com o registro do nosso canil, que começamos a nossa criação de forma mais consistente, e desta vez com a raça DOBERMANN, raça que criamos ate hoje.

Em 1987 decidimos criar mais uma raça - desta vez de pequeno porte -.

Procuramos, consultamos, pesquisamos, e nos decidimos pelos WESTIES.

E, afinal, porque WESTIES?.

Como criadores de dobermann (com muitos anos de criação) estávamos acostumados com um cão autoconfiante, destemido, e no entanto, muito ligado a sua "família", confiável e amigável. Procuramos estas mesmas características em uma nova raça e as encontramos justamente no WESTIE.

Decisão tomada, entretanto, NÃO ENCONTRAMOS NO BRASIL NENHUM CRIADOR DE WESTIES.

Novas pesquisas e chegamos a conclusão que somente ALGUMAS POUCAS linhas de sangue poderiam ser consideradas ÓTIMAS PARA INICIAR UMA CRIAÇÃO SERIA E RESPONSÁVEL, como sempre foi nossa preocupação. Desta forma chegamos ao CANIL MAC-KEN-CHAR'S dos EUA, um dos melhores canis, se não o melhor, daquele país. Este canil, cria com a linha de sangue OLAC (entre outras), um dos mais conceituados canis de WESTIES do mundo.

Foi deste reconhecido canil americano, que com a ajuda do nosso amigo CELSO SCHNEIDER, adquirimos os nossos dois primeiros WESTIES.

Logo adquirimos mais três cães na ALEMANHA, descendentes das melhores e mais tradicionais linhas de sangue européias, e mais tarde, uma fêmea da INGLATERRA, também de uma excelente linhagem, muito conhecida.

qual é nosso objetivo?

O objetivo do canil vom Rotdornweg e de preservar a qualidade de seus WESTIES, CRIANDO DE ACORDO COM O PADRÃO DE ORIGEM DA RAÇA (INGLATERRA).

A integridade da raça pode ser muito prejudicada pela falta de conhecimentos e prudência do criador.

E bom lembrar que o desenvolvimento comportamental e estrutural de um WESTIE depende, não somente do meio ambiente onde foi criado, mais sim diretamente ligado ao seu código genético. Todo criador deve ter plena consciência das virtudes e defeitos dos seus cães.

Cães excessivamente nervosos, latidores à toa, com graves faltas estruturais, transmissores de enfermidades hereditárias, devem ser retirados da reprodução.

AQUELE "CRIADOR", QUE TEM A CHAMADA "CEGUEIRA DO CANIL", NUNCA CONSEGUIRA OTIMIZAR A SUA CRIAÇÃO.

Todo bom criador NUNCA deve esquecer que existe UM PADRÃO para cada raça, e que este deve ser lido freqüentemente, para evitar desvios estruturais, comportamentais e genéticos na sua criação.

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